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por Carlos Keller Rio de Janeiro - RJ
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Esta é uma antiga favorita da minha coleção e que continua favorita até hoje. As suas pétalas longas e com nervuras fundas, fazem com que essa walkeriana se destaque entre as demais. Ao vivo a flor, que é bem grande, é ainda mais bonita, com textura cintilante e substância pesada. A ‘Dayane Wenzel’ é irmã da ‘Estrela da Colina’, a qual também recebeu um HCC/AOS. O cruzamento que as originou foi um self de Cattleya walkeriana alba ‘Orchidglade’, cruzado com uma tipo dos Wenzel de número 006. Desse cruzamento nasceram apenas 4 plantas, mas todas boas: ‘Dayane Wenzel’ HCC/AOS e SM/JOGA, ‘Estrela da Colina’ HCC/AOS, ‘Rosa Silvestre’ SM/JOGA e uma outra que está em Franca, SP. A parte vegetativa da ‘Dayane Wenzel’ é grande e robusta e a planta é bem resistente em cultivo. Essa é uma Cattleya walkeriana que já se tornou clássica. Msg.: 20/08/2009 |
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por Carlos Keller Rio de Janeiro - RJ
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Eu ganhei esta linda Cattleya lueddemanniana do meu amigo JJ Grieco da Venezuela, ainda seedling. Ela era supostamente para ser uma alba, já que ela é um self de uma alba, mas saiu tipo. Felizmente a flor é muito boa, com uma cor forte e também com um leve flameado na longarina das pétalas. Uma vez que é a primeira floração dessa planta, apenas uma flor se abriu, mas acredito que no ano que vem a floração será maior. Msg.: 17/08/2009
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por Carlos Keller Rio de Janeiro - RJ
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Já mostrei aqui um híbrido entre Lc. Mildred Rives e Lc. Persepolis. Duas orquídeas clássicas, muito premiadas e excelentes matrizes. Hoje estou mostrando um cruzamento entre Lc. Mildred Rives e Lc. Shellie Compton, também duas matrizes fantásticas e amplamente usadas em hibridações. A praxe em cruzamentos, no entanto, é não se misturar grandes matrizes uma com a outra, como aqui foi feito. Além da mistura entre dois híbridos muito complexos gerar alta infertilidade nas sementes, o resultado por melhor que seja não passará de um híbrido meramente comercial, pois não se criará uma novidade. Esse tipo de cruzamento vem sendo praticado bastante nos orquidários de Taiwan. Para se criar uma novidade devemos cruzar um híbrido complexo com outro pouco complexo, ou melhor até, com uma orquídea espécie. Para citar um exemplo, o cruzamento entre Lc. Shellie Compton e Cattleya walkeriana resultou na Lc. Dorothy Oka, uma novidade muito interessante. As matrizes da orquídea da foto vêm de várias gerações de híbridos quase perfeitos tecnicamente. É difícil que o resultado de um cruzamento entre ambos encontre nos pais alguma característica indesejável para herdar e o resultado aí está, uma semi-alba com forma, substância cor e textura excelentes. Só o carisma não se herda e este híbrido apesar de belíssimo, em carisma, não supera os pais. Por outro lado, em facilidade de cultivo ele os supera de lonje. O híbrido da foto foi registrado pelo Chian-Tzy Orchids de Taiwan em 1998. Msg.: 17/08/2009 |
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