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Um bom hábito para o orquidófilo é, nos dias quentes, molhar bastante o piso do orquidário sem atingir as plantas. A umidade que evapora do chão proporcionará equilíbrio para as plantas.
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Nossas Orquideas
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Teoricamente, nunca. O melhor a fazer é não incomodá-las. Contudo, se nós colocamos limites - que são vasos, cachepots etc e substratos que , com o tempo, acabam funcionando mais como apodrecedores de raízes- o jeito é observar o esgotamento desses limites: - Já tem mais de dois pseudobulbos maduros ( cresceram totalmente ) para fora do artefato que usa, corte dois para dentro e transplante para onde desejar, não importa se está emitindo raízes ou não, o stress que acabou de praticar vai despertar o "espírito de sobrevivência da planta e ela vai a frente. Não esqueça de adubá-la com composto rico em nitrogênio e cálcio e, mais importante, sele os cortes com algum produto a base de cobre (faço uma pasta de sulfato de cobre);
- Sem explicação, de repente a planta pára de emitir novas raízes e os pseudobulbos começam a desidratar mesmo em regas normais - o substrato deve estar no fim (acidez ou excesso de adubação). Transplante. Não corte as raízes velhas, apenas retire a capinha seca ( o que era o revestimento branco - velame). Cade vez mais deixe de utilizar xaxim ( até que tenhamos fornecedores certificados). Contudo, a mistura de casca de pinus e brita pequena parece ser a opção de consenso ( deixe a casca de pinus de molho em agua por uma semana e troque a agua pelo menos três vezes - ela e várias cascas de árvores têm tanino que prejudica o enraizamento.
No mais é dar rumo a planta - guiá-la com tutores, iluminação e adubações equilibradas. Sempre deixe uma rega só para água, é muito importante a lavagem do todo onde ela foi acondicionada - sais em excesso, fruto de seguidas adubações, são grandes responsáveis por definhamento das raízes e da planta consequentemente. Lembre-se sempre, que no cultivo de orquídeas, mata-se mais por excessos do que por faltas.Bom cultivo! Resposta de Fernando de Arruda, Maricá, RJ (Mundo Orquidófilo em 20/09/09)
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BIFOLIADAS E WALKERIANA Exposição do Jardim Botânico do Rio de Janeiro, OrquidaRio, setembro de 2008 por Carlos Keller Rio de Janeiro - RJ
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Em matéria de bifoliadas dessa vez pouco se viu na exposição, com exceção da Cattleya intermedia e da Cattleya schilleriana, das quais já falei a respeito. A floração da Cattleya loddigesii aparentemente acabou e poucas Cattleya nobilior foram expostas. De Cattleya walkeriana, que embora não sendo bifoliada eu incluo aqui neste texto, só vi um exemplar bonito, vindo de São Paulo e em matéria de Cattleya violacea, eu levei uma muito bonita, mas que infelizmente de alguma maneira, teve na montagem do stand as suas flores arranhadas, o que prejudicou bastante a sua beleza. Vou mostrar abaixo as 3 Cattleya nobilior que achei serem as melhores: Cattleya nobilior amaliae do Orquidário Paulista, São Paulo. Cattleya nobilior tipo, do Caliman. Esta embora não fosse muito redonda, tinha uma ótima armação, a flor era enorme e a sua substância era muito firme e pesada. Cattleya nobilior (tipo x amaliae) ‘Fatal Attraction’. Esta foi levada por mim e é um cruzamento entre a Cattleya nobilior tipo ‘Don Rafael Wenzel’ e a Cattleya nobilior amaliae ‘Perfection’. Não vi na exposição nenhuma Cattleya walkeriana espetacular exposta, o que é estranho, pois ainda estamos na época da sua floração. Sei que aqui no Rio de Janeiro essa espécie não se dá bem com o clima, mas como vieram orquidários de outros Estados, era de se esperar que algum deles trouxesse um lote bonito de walkerianas, como acontece todo ano. Mostro aqui a que eu achei a melhor delas: Cattleya walkeriana tipo ‘Athena’, da Elsa Kawagoe. Da AOSP de São Paulo. Só vi duas Cattleya violacea expostas. Uma tipo comum e a minha ‘Muse’. Nenhuma variedade de cor foi exposta, infelizmente. Mostro as duas abaixo: Cattleya violacea tipo, do Orquidário Juliato, de Limeira, interior de São Paulo. Cattleya violacea ‘Muse’ FCC/AOS, de Carlos Keller, OrquidaRio. Para finalizar quero mostrar aqui um híbrido exposto pelo Orquidário Paulista, de Cattleya nobilior, que saiu muito bonito e se pode ver as veias do labelo da nobilior amaliae ali representadas, inclusive no aquinado das pétalas. As flores eram do tamanho de um híbrido médio. Cattleya (nobilior amaliae x Margareth), do Paulista, São Paulo. |
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por Carlos Keller Rio de Janeiro - RJ
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Esta é uma antiga favorita da minha coleção e que continua favorita até hoje. As suas pétalas longas e com nervuras fundas, fazem com que essa walkeriana se destaque entre as demais. Ao vivo a flor, que é bem grande, é ainda mais bonita, com textura cintilante e substância pesada. A ‘Dayane Wenzel’ é irmã da ‘Estrela da Colina’, a qual também recebeu um HCC/AOS. O cruzamento que as originou foi um self de Cattleya walkeriana alba ‘Orchidglade’, cruzado com uma tipo dos Wenzel de número 006. Desse cruzamento nasceram apenas 4 plantas, mas todas boas: ‘Dayane Wenzel’ HCC/AOS e SM/JOGA, ‘Estrela da Colina’ HCC/AOS, ‘Rosa Silvestre’ SM/JOGA e uma outra que está em Franca, SP. A parte vegetativa da ‘Dayane Wenzel’ é grande e robusta e a planta é bem resistente em cultivo. Essa é uma Cattleya walkeriana que já se tornou clássica. Msg.: 20/08/2009 |
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Obtenção de mudas de orquídeas Phalaenopsis na haste floral por indução com pó de canela Por Josué Fontana Logo após a floração da sua Phalaenopsis, quando as flores murcham e secam por completo e são manualmente removidas, é possível induzir o nascimento de uma muda clone que brotará na própria haste floral, com a aplicação de pó de canela no substrato.
Após o corte com tesoura de poda (esterilizada com fogo ou produto específico) no terceiro nó da haste floral da planta, é comum brotar uma nova haste que vai fazer sua Phalaenopsis gerar uma segunda floração no mesmo ano, quando bem tratada. Mas se você fizer a poda da haste floral na altura do mesmo terceiro nó e colocar uma colher média de canela em pó em toda superfície do vaso, isto vai estimular o nascimento de uma nova planta que brotará na haste, na altura deste nó. Em alguns meses, logo que a planta estiver com quatro folhas de cerca de quatro centímetros cada e emanando duas ou três raízes de até 3 centímetros, faça o corte da nova muda pela haste, um pouco abaixo e replante a nova muda em outro vaso menor. Lembre-se de que as plantas jovens precisam de maior umidade, por isso, fique atento a rega até que as plantas se desenvolvam. fonte: http://www.orquideana.com.br/artigos.html |
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