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por Carlos Keller Rio de Janeiro - RJ
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Esta C. trianaei concolor possui uma flor muito suave e delicada. Clone antigo, eu não sei se ele foi nomeado em homenagem ao Barão Von Schröder, o mesmo homenageado pela Cattleya schroderae, ou se o foi por parecer-se com uma Cattleya schroderae. Uma coisa eu sei, esta cattleya não é um cruzamento entre C. trianaei e C. schroderae. A flor possui tamanho médio, isto é, está entre o tamanho da pequena ‘Suamena’ e a grande ‘Salvina Tebaldi’. Além da cor suave e da substância leve, a textura é vítrea, fazendo parecer que as flores são feitas de cristal. |
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por Carlos Keller Rio de Janeiro - RJ
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Para quem gosta de orquídeas pintadinhas essa Cattleya aurantiaca é uma boa adição à coleção. Ela é planta espécie, não é híbrido. Encontrou-se por acaso um exemplar assim e ele foi propagado por self. Praticamente todos os seedlings estão saindo pintados como a mãe. Nem foi necessário recorrer-se à meristemagem, pois se as pintas saem em um lugar diferente ou com forma diferente isso no fundo não importa. O laranja também é muito forte e a textura da flor é cerosa e brilhante. Esta é uma novidade que com certeza será mais difundida. |
Comprei esta C. Dolosa no Orquidário Paulista em abril de 2005. Era a divisão de uma planta selecionada por eles e que levava o nome do orquidário pela sua comprovada boa qualidade. Nos anos que se seguiram, a floração foi sempre robusta, mas as flores medíocres. Se eu não conhecesse a planta, talvez tivesse me desfeito dela. Dei à ela, no entanto, um voto de confiança e vejam com que maravilha de flores ela me brindou este ano. Acredito que a causa da melhora na qualidade da floração se deva à uma medida que tomei em relação ao orquidário. Fiz um puxado contíguo ao orquidário principal e só usei como cobertura o sombrite 50%, mais nada. O resto do orquidário está coberto, além do sombrite, com plástico agrícola leitoso. Mudei para essa nova área todas as Cattleya walkeriana, Cattleya nobilior e afins, além das Laelia anceps. Lá elas tomam sereno e recebem o frio da madrugada. Além da placa de peroba, essas plantas estavam no cachepot com sphagnum. Troquei o sphagnum por uma mistura de brita nº1 com quenga de côco, o que proporciona uma drenagem rápida da água das chuvas. A melhora em todas elas foi muito significativa e a robustez das raízes e pseudobulbos ficou bastante evidente. Descobri que um pouco de rusticidade para esse tipo de orquídea não faz mal algum. Carlos Keller Rio de Janeiro - RJ
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