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Qual tipo de orquídea você gosta mais?
 
Nunca coloque o vaso em suporte com água. Faça poucas regas, cerca de uma ou duas por semana. As raízes das orquídeas preferem retirar a umidade do ar
Lc. Irene Finney ‘York’ AM/AOS PDF Imprimir E-mail
por Carlos Keller
Rio de Janeiro - RJ
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Lc Irene Finney York AM AOS
Lc Irene Finney York AM AOS
 

Ao olharmos para essa orquídea logo podemos notar que estamos diante de um híbrido clássico feito por um grande profissional. O cuidado em todos os detalhes, as exigências técnicas todas cumpridas e ainda existe aquele brilho, aquele carisma, raro de se ver em outros híbridos. As flores são muito grandes e bem armadas e as hastes florais são altas e firmes, dispensando o tutoramento em qualquer ponto. O labelo é aveludado, herança da Laelia purpurata e o interior dele é todo rajado de laranja e amarelo, herança da Cattleya dowiana. Além dessas duas, a cattleya que faz parte da sua genealogia em maior proporção é a Cattleya mossiae, com 39.06%. No mais temos as cattleyas: eldorado, bicolor, gaskelliana, lueddemanniana, mendelii, gigas e trianaei. De Laelia só mesmo a purpurata. Este é um cruzamento entre Lc. Bruno Alberts e Cattleya J. A. Carbone e o híbrido foi registrado pelo orquidário Hausermann dos USA em 1964. O clone ‘York’ recebeu um AM de 84 pontos em 1999. No Brasil não é fácil encontrar este híbrido à venda. A maioria dos grandes orquidários comerciais o tem na coleção para ser usado como matriz e não o vendem ao público. Filhos de Lc. Irene Finney são fáceis de encontrar, mas ela própria não, o que é uma pena, pois poucos filhos superaram a mãe em beleza. O que mais me fascina nessa orquídea é o esbranquiçado no centro das pétalas, diminuindo em degradè em direção às bordas laterais. Essa espécie de “flameado” claro dá a impressão de que a flor está sendo iluminada por duas minúsculas lâmpadas, instaladas na base do labelo e apontando para a ponta das pétalas. Realmente a flor cintila aos olhos. Eu estava preparando esta touceira para uma bela foto com muitas flores, mas não sei por qual motivo, todos os 7 menos um botão tiveram as suas hastes quebradas dentro da espata. Não sei se foi erro no manuseio e no transporte do vaso ou se alguma lesma cortou as hastes na sua base. (Meu Mesurol acabou de novo).Agora, só com uma flor, vou ter que aguardar até o ano que vem para fazer uma bela foto.

16/08/2009

 


 
Cattleya amethystoglossa tipo ‘Magna’ PDF Imprimir E-mail
por Carlos Keller
Rio de Janeiro - RJ
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C. amethystoglossa tipo Magna
C. amethystoglossa tipo Magna

Uma vez que na C. amethystoglossa existe uma grande variação de cor e forma dentro do tipo, eu nomeei os meus clones com um nome parecido a uma variedade, pois assim facilita a identificação da planta no orquidário. Usei ‘Magna’, portanto, porque as flores desse clone são muito grandes. Elas regulam em tamanho com as flores de uma Cattleya intermedia. O cacho é enorme. Há alguns anos atrás eu vi em uma exposição daqui do Rio, uma Cattleya amethystoglossa ‘Orchidglade’ e esse clone é realmente um espetáculo. As flores possuem pétalas largas e são muito redondas, com muita substância. Convenci o dono da planta a me ceder uma flor do cacho da ‘Orchidglade’, de onde eu coletei as políneas e polinizei esta planta da foto. Os seedlings já estão grandinhos e espero que ao menos um saia com o tamanho da ‘Magna’ e a forma da ‘Orchidglade’. Apesar da ‘Orchidglade’ ser conhecida por ter uma flor grande, ela é bem menor do que a ‘Magna’. Agora é esperar a floração, que demorará ainda alguns anos. 

 
Cattleya loddigesii punctata ‘Martinelli’ PDF Imprimir E-mail
por Carlos Keller
Rio de Janeiro - RJ
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C. Loddigesii punctata Martinelli

Este é mais um antigo meristema da extinta Equilab. Como vocês podem ver, a flor pode ser considerada de boa qualidade até nos dias de hoje. O punctato é mais suave do que no clone ‘Ademar Manarini’, por exemplo, e a quantidade de pintas varia de ano para ano. A flor é grande. 

 
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