|
por Carlos Keller Rio de Janeiro - RJ
Este endereço de e-mail está protegido contra SpamBots. Você precisa ter o JavaScript habilitado para vê-lo.
| _2009.jpg) | | |
Ao olharmos para essa orquídea logo podemos notar que estamos diante de um híbrido clássico feito por um grande profissional. O cuidado em todos os detalhes, as exigências técnicas todas cumpridas e ainda existe aquele brilho, aquele carisma, raro de se ver em outros híbridos. As flores são muito grandes e bem armadas e as hastes florais são altas e firmes, dispensando o tutoramento em qualquer ponto. O labelo é aveludado, herança da Laelia purpurata e o interior dele é todo rajado de laranja e amarelo, herança da Cattleya dowiana. Além dessas duas, a cattleya que faz parte da sua genealogia em maior proporção é a Cattleya mossiae, com 39.06%. No mais temos as cattleyas: eldorado, bicolor, gaskelliana, lueddemanniana, mendelii, gigas e trianaei. De Laelia só mesmo a purpurata. Este é um cruzamento entre Lc. Bruno Alberts e Cattleya J. A. Carbone e o híbrido foi registrado pelo orquidário Hausermann dos USA em 1964. O clone ‘York’ recebeu um AM de 84 pontos em 1999. No Brasil não é fácil encontrar este híbrido à venda. A maioria dos grandes orquidários comerciais o tem na coleção para ser usado como matriz e não o vendem ao público. Filhos de Lc. Irene Finney são fáceis de encontrar, mas ela própria não, o que é uma pena, pois poucos filhos superaram a mãe em beleza. O que mais me fascina nessa orquídea é o esbranquiçado no centro das pétalas, diminuindo em degradè em direção às bordas laterais. Essa espécie de “flameado” claro dá a impressão de que a flor está sendo iluminada por duas minúsculas lâmpadas, instaladas na base do labelo e apontando para a ponta das pétalas. Realmente a flor cintila aos olhos. Eu estava preparando esta touceira para uma bela foto com muitas flores, mas não sei por qual motivo, todos os 7 menos um botão tiveram as suas hastes quebradas dentro da espata. Não sei se foi erro no manuseio e no transporte do vaso ou se alguma lesma cortou as hastes na sua base. (Meu Mesurol acabou de novo).Agora, só com uma flor, vou ter que aguardar até o ano que vem para fazer uma bela foto. 16/08/2009
|
|
|
por Carlos Keller Rio de Janeiro - RJ
Este endereço de e-mail está protegido contra SpamBots. Você precisa ter o JavaScript habilitado para vê-lo.
Uma vez que na C. amethystoglossa existe uma grande variação de cor e forma dentro do tipo, eu nomeei os meus clones com um nome parecido a uma variedade, pois assim facilita a identificação da planta no orquidário. Usei ‘Magna’, portanto, porque as flores desse clone são muito grandes. Elas regulam em tamanho com as flores de uma Cattleya intermedia. O cacho é enorme. Há alguns anos atrás eu vi em uma exposição daqui do Rio, uma Cattleya amethystoglossa ‘Orchidglade’ e esse clone é realmente um espetáculo. As flores possuem pétalas largas e são muito redondas, com muita substância. Convenci o dono da planta a me ceder uma flor do cacho da ‘Orchidglade’, de onde eu coletei as políneas e polinizei esta planta da foto. Os seedlings já estão grandinhos e espero que ao menos um saia com o tamanho da ‘Magna’ e a forma da ‘Orchidglade’. Apesar da ‘Orchidglade’ ser conhecida por ter uma flor grande, ela é bem menor do que a ‘Magna’. Agora é esperar a floração, que demorará ainda alguns anos. |
|
por Carlos Keller Rio de Janeiro - RJ
Este endereço de e-mail está protegido contra SpamBots. Você precisa ter o JavaScript habilitado para vê-lo.
Este é mais um antigo meristema da extinta Equilab. Como vocês podem ver, a flor pode ser considerada de boa qualidade até nos dias de hoje. O punctato é mais suave do que no clone ‘Ademar Manarini’, por exemplo, e a quantidade de pintas varia de ano para ano. A flor é grande. |
|
|
|
|
|
|
Página 2 de 85 |