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Qual tipo de orquídea você gosta mais?
 
Um bom hábito para o orquidófilo é, nos dias quentes, molhar bastante o piso do orquidário sem atingir as plantas. A umidade que evapora do chão proporcionará equilíbrio para as plantas.
Epidendrum stamfordianum 'Pink Delight' AM/AOS PDF Imprimir E-mail

Este Epidendrum na natureza está distribuído desde o México até a Venezuela e cresce nos troncos mais grossos de árvores de florestas abertas e relativamente secas a uma altitude de até mil metros. É planta de fácil cultivo e muito grata, se bem que de crescimento lento. Exemplares exibindo até 4.000 flores já receberam inúmeros prêmios de cultivo. Este é um dos mais belos Epidendrum que conheço e o clone 'Pink Delight' (na verdade o nome correto é ‘Ramirez Pink Delight’), recebeu dos juízes da AOS um AM de 80 pontos em 1997, quando esta variedade rosa apareceu pela primeira vez em Porto Rico, na exposição de Ponce. Os expositores foram os Irmãos Ramirez que possuem um orquidário na localidade de Rio Piedras. Naquela ocasião, a planta apresentada possuía 112 flores em um só cacho! A característica desta variedade é o labelo cor de rosa, enquanto que na variedade tipo ele geralmente é branco e verde ou amarelo creme.

Epidendrum stamfordianumEpidendrum stamfordianumEpidendrum stamfordianum
 
Blc. Dream Paradise ‘Temptation’ PDF Imprimir E-mail
por Carlos Keller
Rio de Janeiro - RJ
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 Blc. Dream Paradise Temptation
 Blc. Dream Paradise Temptation
 Blc. Dream Paradise Temptation

Este híbrido é relativamente novo no Brasil e eu o adquiri na Itaorchids. É um híbrido feito pelos técnicos do Orquidário Dogashima do Japão e registrado pelo Fujii Orchids de Osaka em 1993. Até agora ele não foi julgado pela AOS e eu acho que ele mereceria com certeza um AM. No Japão o híbrido recebeu um BM/JOGA. A flor é grande e muito vistosa. O labelo é aveludado, herança da Laelia purpurata e o amarelo do seu interior é muito forte e chamativo, herança da Cattleya gigas. O flameado dessa vez não descende da Cattleya intermedia e sim da Cattleya trianaei, que na variedade mooreana possui um lindo pincelado nas pétalas. No híbrido, o flameado pode variar desde um risco, ou pincelado, até a uma mancha triangular muito bonita. Isso pode variar de floração para floração ou até em flores na mesma planta. Este é um híbrido complexo, cujas principais matrizes que compõe a sua genealogia são as cattleyas: dowiana (10.94%), trianaei (18.75%), mossiae (20.31%) e gigas (25%). Ainda temos C. labiata, warneri, schilleriana e luedemanniana. De Laelia, temos a purpurata e a pumila. O crespo do labelo é claro descende da Rhyncholaelia digbyana

 
Cattleya loddigesii punctata ‘Ademar Manarini’ PDF Imprimir E-mail
Cattleya punctata Ademar Manarini

Cattleya punctata Ademar Manarini

por Carlos Keller
Rio de Janeiro - RJ
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Este é um antigo meristema da Equilab que apesar do passar do tempo não ficou desatualizado. Ainda é uma bela flor. De vez em quando algum exemplar perdido desse clone, aparece em um fundo de estufa de algum orquidário que possui uma coleção antiga. O jeito é ficar esperto e não deixar escapar. 

 
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