Lembre-se de que as orquídeas epífitas que vivem na galhada das arvores, não recebem nenhum adubo. Elas retiram do ar úmido e dos resíduos de poeira os ingredientes necessários. Vivem perfeitamente com a luminosidade filtrada do sol entre as folhas e o fator umidade vem das chuvas, das neblinas e do orvalho noturno, com a drenagem própria das condições de vida.
Blc. Érica Porto ‘Antarctica’ PDF Imprimir E-mail
por Carlos Keller
Rio de Janeiro - RJ
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Este é um híbrido antigo feito pelo Exdra Porto cujo orquidário fica em Maricá, RJ. Érica é o nome da filha dele. Quem fez os registros para o Exdra foi o Roland Brooks Cooke, que registrou no RHS este híbrido em 1995. O cruzamento que o originou é C. Mary Lynn Mackenzie x Blc. Enid Moore e a cattleya que mais comparece na sua genealogia é a Cattleya mossiae, com 40%. O labelo é algo fantástico! Uma vez perguntei ao Exdra o porque dele ter nomeado de Antarctica uma flor que não era branca, afinal, o branco representaria melhor o continente gelado. – “Não meu filho, respondeu ele, a Antarctica que eu me refiro não é o continente, mas sim a cerveja! A cerveja que eu tanto gosto...”

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