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por Carlos Keller Rio de Janeiro - RJ
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Estou viajando para São Paulo por 15 dias para visitar a família. Não sei se conseguirei participar da lista por lá. Quem quiser falar comigo envie, por favor, um e-mail em PVT. Vou escrever este texto curto por falta de tempo. Depois faço outro mais completo. Esta Cattleya eldorado surgiu numa sementeira de um self de uma planta vinda do mato. Quem fez o cruzamento foi o Cavalin do Orquidário Caapora. O Eduardo Mucke do Orquidário Santa Bárbara comprou a planta original e a meristemou. Infelizmente a planta original morreu e apenas cerca de 100 meristemas vingaram. Este é um deles. |
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por Carlos Keller Rio de Janeiro - RJ
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Esta é a cattleya espécie favorita da minha coleção. O nome ‘Carla Porto’ é uma homenagem à filha do Exdra Porto, dono do orquidário onde primeiro surgiu esse clone. A planta original foi adquirida no orquidário Quinta do Lago à partir de uma sementeira de Cattleya percivaliana feita pelo Aniel Carnier de Rio Claro, SP. Era um cruzamento entre Cattleya percivaliana ‘Aniel’ e Cattleya percivaliana ‘Albert’s’. A Cattleya percivaliana é uma orquídea de altitude, mas ela se dá bem também em regiões mais baixas. O cheiro da flor é esquisito e lembra o ruibarbo ou então aqueles insetos fedidos verdes, mas com o tempo a gente se acostuma com ele e até passa a gostar, pois à distância o odor se suaviza e fica adocicado. As flores dessa espécie costumam ser pequenas em relação às demais cattleyas da seção labiata, mas a ‘Carla Porto’ possui flores enormes, que regulam em tamanho com um híbrido repolhão. Esta é mais uma que pretendo meristemar. |
por Carlos Keller Rio de Janeiro - RJ
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Este é um híbrido entre Lc. Shellie Compton e Cattleya walkeriana semi-alba. Ele foi criado pelo orquidófilo do Havaí, Sr. Edwin Oka e registrado em 1993. A Lc. Shellie Compton eu já mostrei aqui e ela é um híbrido daqueles repolhões, semi-albo, com pequenos pincelados nas pontas das pétalas, pincelados esses que geralmente são transmitidos aos filhos. O clone de Cattleya walkeriana semi-alba usado no cruzamento é um de nome ‘Lea’. Com certeza aqui no Brasil temos muitas Cattleya walkeriana semi-albas melhores do que as do Havaí e se este híbrido fosse aqui refeito, com certeza as flores teriam melhor forma. O clone ‘Ed Oka’ da Lc. Dorothy Oka recebeu um HCC de 75 pontos da AOS em Honolulu em 27 de julho de 1992, quando foi exposto pelo próprio Edwin Oka. Não consegui dados sobre o clone ‘Sheba’. |
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